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quarta-feira, 18 de novembro de 2015

Pesquisadores pedem diálogo científico sobre transgênicos no Brasil

Fonte: contraosagrotoxicos.org (publicado em 17 de novembro de 2015)


Cientistas pedem mais diálogo, e criticam procedimentos adotados pela CTNBio: "atende aos interesses do agronegócio e das políticas governamentais voltadas para a exportação"

Em carta aberta à Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência e à Academia Brasileira de Ciências, pesquisadores da USP pedem que sociedades científicas organizem um amplo diálogo sobre a questão dos transgênicos. Os membros do Grupo de Pesquisa em Filosofia, História e Sociologia da Ciência e da Tecnologia do Instituto de Estudos Avançados, da USP, já vêm há tempos questionando a forma como a CTNBio, apoiada pela SBPC e ABC vêm tratando a questão dos transgênicos no Brasil.

Segundo a carta, o procedimento usado pela CTNBio "atende aos interesses do agronegócio e das políticas governamentais voltadas para a exportação". Além disso, ao repetir à exaustão o argumento de que os transgênicos são “necessários para alimentar o mundo”, a CTNBio, SBPC e ABC ignoram que esta tese seja "cada vez mais contestada por órgãos internacionais voltados para a solução dos problemas de fome e subnutrição em áreas empobrecidas do mundo, bem como numerosos movimentos que defendem políticas e práticas de soberania alimentar, especialmente a agroecologia, como essenciais para a realização da segurança alimentar (e outros direitos humanos)"

sábado, 15 de agosto de 2015

O Economista está nú

Suposições sem base científica na teoria econômica estão a minar os esforços para resolver os problemas ambientais.

Os criadores da teoria econômica neoclássica do século 19 que agora serve como base para a coordenação das atividades no mercado global receberam o credito da transformação de seu campo em uma disciplina científica.

Mas o que não é amplamente conhecido é que esses economistas agora lendários , William Stanley Jevons, Léon Walras, Maria Edgeworth e Vilfredo Pareto desenvolveram suas teorias, adaptando as equações da física do século 19, que eventualmente se tornaram obsoletas.

Infelizmente, é claro que a economia neoclássica, também se tornou obsoleta. A teoria é baseada em suposições sem base científica que estão atrapalhando a implementação de soluções econômicas viáveis ​​para o aquecimento global e outros problemas ambientais ameaçadores.

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