Bem vindo ao seu portal lusófono de Energia Livre e Ciência Alternativa!
NOSSA PÁGINA DO FACEBOOK - Curta e divulgue!
NOSSO CANAL NO YOUTUBE - Inscreva-se
SIGA-NOS NO TWEETER @EnergiaLivreBR
Entre em contato com o autor por e-mail
Participe da pesquisa de Energia Livre no grupo.
Para seguir o blog por e-mail, RSS ou Blogger role até o pé da página.
Na aba direita você encontra os links que abrirão as portas do universo da Energia Livre.
Boa viagem!!

quinta-feira, 17 de novembro de 2016

Em memória aos Bedini

John Charles Bedini (foto direita), 67, nascido em Glendale, Calif., 13 de julho de 1949, morreu inesperadamente em 5 de novembro de 2016, quatro horas depois da morte de seu irmão Gary (foto esquerda), após semanas em que John passou como acompanhante ao seu lado no hospital.



Elogio a John e Gary Bedini


Lido por Peter Lindemann no velório em 11 de novembro de 2016

John e Gary trabalharam toda a sua vida profissional juntos. Todos os dias, por 42 anos, eles estavam lá, trabalhando lado a lado.

Seu primeiro empreendimento conjunto foi o Bedini Electronics, iniciado em 1974. Este movimento de iniciar seu próprio negócio tornou-se necessário quando John foi demitido de seu trabalho, por ter desenvolvido um circuito amplificador de áudio que era melhor do que os projetos do seu empregador.

John assumiu o papel de "mago residente". Seu título de empresa era Presidente, mas ele era realmente o Diretor de Pesquisa e Desenvolvimento de Produtos. Daquele dia em diante, John estava livre para deixar sua criatividade extraordinária fluir. Gary lidava com logística. O seu título na companhia era de vice-presidente, mas ele na verdade agia como o CEO, porque tratava de tudo mais que fosse necessário para construir um negócio em torno dos produtos notáveis de John.

Seu produto principal foi o amplificador de áudio dual mono 25/25. Em 1974, este foi o primeiro amplificador de áudio de alta fidelidade feito com transistores que poderiam competir e superar os muito mais caros "amplificadores de ponta" que ainda estavam usando válvulas naquele momento. No mundo exclusivo dos Audiófilos, acreditava-se que o brilho quente de uma válvula era simplesmente necessário para produzir as qualidades mais suaves e mais dimensionais da música que os ouvintes sofisticados exigiam. Para John, isso não passava de um misticismo elitista. Ele simplesmente comprou alguns amplificadores valvulados que as pessoas faziam alarde e fez uma análise de espectro completo das formas de onda que produziam. Então, ele simplesmente construiu um circuito transistor que emulou essas formas de onda. Em testes de escuta com os olhos vendados, os clientes rotineiramente escolheram o 25/25 sobre marcas muito mais caras porque eles realmente gostaram mais da qualidade de som.

Isso estabeleceu o padrão para o resto de suas vidas. John passou seus dias na bancada de eletrônica e na oficina, constantemente pesquisando novas idéias, prototipando novos produtos e supervisionando o controle de qualidade da atual linha de produção. Gary passou seus dias na recepção, pagando contas, permanecendo em contato com fornecedores e revendedores, criando a arte da marca, escrevendo manuais de produtos e supervisionando o transporte e o recebimento.

Nos próximos 20 anos, a Bedini Electronics produziu vários novos modelos de amplificadores de áudio e pré-amplificadores para uma crescente clientela. Em seu "tempo de vacas gordas", a marca Bedini de equipamentos de áudio era vendida em mais de 100 das melhores lojas especializadas de música na América do Norte, além de ter revendedores em dezenas de outros países ao redor do mundo.

O sucesso do negócio de áudio deu a John os recursos para perseguir uma enorme gama de interesses. Isso incluía a possibilidade de máquinas eletro-mecânicas auto-suficientes, a possibilidade de curar doenças com transmissões de radiofreqüência, a possibilidade de transmitir ou receber energia através da própria Terra e dezenas de outras idéias às quais a ciência moderna ainda dá pouca credibilidade. Para John, as possibilidades eram um desafio, uma oportunidade para descobrir algo novo. Ele mergulhou nessas atividades com um padrão de honestidade e perseverança aos quais a maioria dos pesquisadores nos campos da ciência nunca se manteve ou imaginou.

Figuras históricas que inspiraram essas explorações incluíam Nathan Stubblefield, Nikola Tesla, Albert Abrams, Royal Rife, Raymond Kromrey e muitos outros. Os primeiros contemporâneos influentes que se juntaram a John nestas buscas incluíam Ron Cole, um engenheiro eletrônico brilhante que trabalhou para uma estação de televisão local em Los Angeles, e Tom Bearden, um tenente-coronel aposentado da marinha dos EUA, cuja a colaboração e a amizade estenderam pelo resto da vida de John.

Gary observava maravilhado a incrivelmente ampla gama de atividades de John. Pessoalmente, Gary não compartilhava as paixões ou aptidões de John para essas atividades científicas, mas cada vez que algo realmente crescia a partir dessas explorações, Gary estava lá lidando com todas as atividades de apoio. Gary estava sempre atento às oportunidades de negócios emergentes das atividades de pesquisa de John. E definitivamente elas emergiram.

Por volta de 1989, John gastou muito tempo e dinheiro em pesquisas sobre o trabalho de Royal Rife, na verdade tendo posse do Microscópio Universal de Rife por um tempo, bem como várias protótipos de máquinas de energia auto-suficientes, muitas baseadas em idéias De Raymond Kromrey, dele mesmo, e de seu amigo Ron Cole. Embora tenham conseguido sucessos técnicos muito avançados durante este período, nenhuma destas atividades conduziu a novas oportunidades de negócio.

O primeiro grande estouro desde o sucesso dos amplificadores Bedini foi o desenvolvimento do BASE pelo John, em 1989. BASE é uma sigla que significa Bedini Audio Spatial Environments. É um método de processamento de som holográfico e tridimensional que poderia colocar fontes sonoras em qualquer parte da percepção espacial do som na mente. Os efeitos desta forma de processamento gravado ou até de música ao vivo ultrapassa em muito tudo o que os chamados "sistemas de som surround" podem produzir hoje. O processo poderia até ser aplicado a música gravada e transmitida em estações de FM estéreo, com música tridimensional aparecendo magicamente nas casas e veículos das pessoas dentro da faixa de transmissão. A realização técnica foi deslumbrante, e absolutamente original!

Uma nova empresa foi formada em torno desta tecnologia, denominada GAMA, e milhões de dólares foram levantados. As patentes foram registradas, mas sócios inescrupulosos do negócio retiraram o dinheiro e liberaram a tecnologia para vários estúdios de gravação sem nenhum acordo de licenciamento. Esta traição comprometeu os direitos de Propriedade Intelectual da empresa, de modo que o valor de suas ações desmoronou pouco depois de disparar. Um punhado de investidores tornaram-se multi-milionários, mas John e Gary foram impedidos de vender quaisquer de suas ações quando a empresa parecia viável, então eles saíram da empreitada sem um tostão. John conseguiu impedir que alguém fazesse engenharia reversa da tecnologia, mantendo certos métodos confidenciais, mas algumas pessoas tentaram abertamente roubar todo o método.

O colapso do GAMA precipitou uma sequência de eventos que tornaram necessário que John e Gary levassem a Bedini Electronics para fora de Los Angeles. Então, em 1990, eles se mudaram para Coeur d'Alene, Idaho, para lamber suas feridas e em silêncio levantar a empresa novamente. O negócio de áudio tinha mudado muito desde que eles começaram. A indústria fonográfica estava se afastando do analógico e adotando métodos digitais. As vendas de amplificadores estavam caindo há anos.

Para reiniciar o negócio, a Bedini Electronics introduziu o Clarifier em 1990, outra das incríveis tecnologias de John para fazer com que as gravações digitais sejam reproduzidas com um som de alta fidelidade e precisão visual. Os críticos e audiófilos eventualmente amaram, e eles engatinharam no caminho de volta para os negócios.

Mas John e Gary conheciam a tendência. As únicas pessoas em quem realmente podiam confiar e contar eram um com o outro. No final da década de 1990 a economia estava crescendo e os Clarifiers foram um grande sucesso. Os experimentos de John em máquinas auto-suficientes evoluíram para incluir um brinquedo simples, de mão, que poderia ser alimentado por uma bateria de 9 volts por um tempo muito longo. Muito, muito mais tempo do que a bateria poderia alimentar qualquer outro dispositivo ou aparelho.

E então, no inverno de 2001, outra coisa interessante aconteceu. Um amigo veio até a loja de John um dia e perguntou-lhe se ele poderia ajudar sua filha com um projeto para a feira de ciências. John concordou, e assim ele ensinou Shawnee Baughman como construir o motor de brinquedo que não drenava a bateria. Em meio a uma controvérsia significativa, ela ganhou a Feira de Ciências naquele ano em Coeur d'Alene, mas os professores de ciências não se impressionaram e não acreditavam que Shawnee pudesse saber mais sobre eletricidade do que eles próprios.

A replicação bem-sucedida de Shawnee da tecnologia de John desencadeou uma seqüência de eventos que conduziram à formação de Energenx, Inc., o desenvolvimento dos carregadores de bateria avançados e controladores de carga solar e a publicação eventual da maior parte do trabalho científico de John pela Energetic Productions, Inc. e pela A & P Electronic Media.

Até sua morte, John era a autoridade a mais importante do mundo no trabalho de Royal Raymond Rife e de Nathan B. Stubblefield. Ele fez contribuições dramáticas e substanciais para a indústria de áudio e fica entre os cinco principais engenheiros de áudio de todos os tempos. Mas o lugar especial da história para John será o inventor que deu ao mundo sua primeira invenção de um trilhão de dólares, a simples máquina auto-suficiente, colocando-a completamente no domínio público e ensinando dezenas de milhares de pessoas em mais de 50 países como replicá-lo com êxito.

A magnitude da humanidade e generosidade de John ainda não foi apreciada, mas uma coisa é certa, muito menos do que isso teria acontecido se Gary não estivesse lá com ele, a cada passo do caminho. O nome de Gary está em cada amplificador; seu trabalho pessoal está em cada carregador de bateria; seu apoio não reconhecido está em cada minuto que John dedicou-se a descobrir o que ele descobriu e fazer o que ele fez.

John pensou, todos pensávamos, que ele continuaria depois da morte de Gary. Mas seu coração simplesmente disse NÃO. O que eles realizaram, eles realizaram juntos. A produção espetacular e criativa dos Irmãos Bedini para o benefício da humanidade agora chega ao fim, mas o bem que virá disso continuará a crescer por décadas.

Hoje, lamentamos a perda destes dois grandes seres humanos. O papel de John era estar no centro das atenções. O papel de Gary era assegurar-se de que os holofotes estivessem focados corretamente nas realizações de John. Cada um deles desempenhou seu papel com graça, humildade, lealdade e confiança. Foi minha grande honra conhecer os dois.

Para terminar, eu ofereço este poema curto sobre a passagem de John.


A luz mais brilhante saiu da sala,
Como podemos continuar? Pergunta o primeiro amigo.

Tudo o que podemos fazer, diz o outro,
É viver nossas próprias vidas e lembrar,

Ele nos ensinou a ver no escuro.

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2016

Dr Mehran Keshe

Dr Mehran Keshe
Muitos devem se perguntar porque não falo de fulano ou cicrano, tão em evidência no cenário Energia Livre. Em parte, por falta de tempo, mas, antes de qualquer coisa, eu só falo daquilo que eu pude me debruçar durante algum tempo para ao menos ter algum palpite se se trata de um engodo, uma enrolação, ou se se trata de algo sério. Demorei muito para falar sobre Keshe, e, para ser sincero, não me debrucei sobre o trabalho dele. Mas compartilho com vocês aqui, algumas considerações feitas por Aaron Murakami, um dos nomes que considero confiável neste meio. Este post está com 3 meses de atraso, mas, como eu disse, a falta de tempo... (ou talvez de foco). Confira o que Murakami tem a dizer:

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016

Out of the Void, documentário sobre Energia Livre

"Enquanto o mundo tem sido distraído por bambolês, pet rocks, empresas pontocom, fibras ópticas e o último novo App para hipnotizar as massas, engenheiros e inventores estavam discretamente trabalhando tentando entender o que Tesla quis dizer quando ele disse, 'Antes que muitas gerações passem, nossa maquinaria será alimentada por uma energia acessível em qualquer ponto do universo'." Toby Grotz (fonte)

Geradores sobre-unidade (overunity) raramente são bem sucedidos. Os especialistas ainda têm de encontrar uma máquina que trabalhe o tempo todo, em qualquer lugar, sem falhas, mas parece que a máquina de Tewari atende às expectativas. Alguns físicos vão enlouquecer com a sugestão de um 'Éter' (Aether), mesmo que eles agora acreditem que o espaço é preenchido com o campo de Higgs. Como eles podem fazer isso enquanto contemplam a matéria escura, super cordas, e outras variáveis ​​que não pode sequer ser vistas? Como é que podemos esperar para encontrar a partícula "Deus" se a própria 'coisa' que compõe o nosso universo é invisível?

Muitos citam a segunda lei da termodinâmica para refutar o conceito de sobre-unidade, mas muitas vezes não conseguem perceber que a segunda lei da termodinâmica deve ser modificada para levar em conta o fato de que o espaço não é vazio.

Paramahansa Tewari (esquerda) e Tobi Grotz
Ao eliminar torque de resistência através de um design inovador de circuito magnético, um gerador AC foi construído e testado. O Reactionless Generator (RLG) do renomado Paramahansa Tewari que já citamos aqui, agora é perfilado em um novo filme que teve pré-estreia no ano passado, na Áustria, no Festival de Viena, em 28 de Outubro de 2015. Trata-se de um documentário dramatizado chamado "Out of the Void", literalmente, "Do Vazio", sobre a visão de Tesla e outros pioneiros como Karl Schappeller, culminando no trabalho de Paramahansa Tewari. O filme tem previsão de lançamento para março deste ano.

Confira a tradução da sinopse do site oficial do filme:

quarta-feira, 18 de novembro de 2015

Pesquisadores pedem diálogo científico sobre transgênicos no Brasil

Fonte: contraosagrotoxicos.org (publicado em 17 de novembro de 2015)


Cientistas pedem mais diálogo, e criticam procedimentos adotados pela CTNBio: "atende aos interesses do agronegócio e das políticas governamentais voltadas para a exportação"

Em carta aberta à Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência e à Academia Brasileira de Ciências, pesquisadores da USP pedem que sociedades científicas organizem um amplo diálogo sobre a questão dos transgênicos. Os membros do Grupo de Pesquisa em Filosofia, História e Sociologia da Ciência e da Tecnologia do Instituto de Estudos Avançados, da USP, já vêm há tempos questionando a forma como a CTNBio, apoiada pela SBPC e ABC vêm tratando a questão dos transgênicos no Brasil.

Segundo a carta, o procedimento usado pela CTNBio "atende aos interesses do agronegócio e das políticas governamentais voltadas para a exportação". Além disso, ao repetir à exaustão o argumento de que os transgênicos são “necessários para alimentar o mundo”, a CTNBio, SBPC e ABC ignoram que esta tese seja "cada vez mais contestada por órgãos internacionais voltados para a solução dos problemas de fome e subnutrição em áreas empobrecidas do mundo, bem como numerosos movimentos que defendem políticas e práticas de soberania alimentar, especialmente a agroecologia, como essenciais para a realização da segurança alimentar (e outros direitos humanos)"

quarta-feira, 21 de outubro de 2015

RLG de Paramahansa Tewari está sendo preparado para lançamento em escala comercial.

Tewari dando uma palestra em escola de ensino fundamental indiana.
Há muito tempo queríamos escrever sobre Tewari, pois ele tem uma história bem diferente de muitos dos envolvidos com pesquisa de energia livre. Não é um inventor de garagem, nem mesmo considerado um crackpot (como eles costumam chamar quem toca no assunto de Energia Livre) pelo meio acadêmico de seu país. É realmente uma figura ilustre e que inspira confiança. Até mesmo de John A. Wheeler (conhecido como o "pai dos buracos negros") escreveu cartas o elogiando nos anos 70 e 80. Ouvi falar dele em 2007, quando iniciei minhas pesquisas, mas parece que está avançando muito rápido, até mesmo seu website passou por reformulação.

Trabalho de Tewari é motivo de orgulho nacional e não será suprimido


Nascido em 1937, graduado em Engenharia Elétrica em 1958 no Banaras Engeneering College, em seu país, Tewari ocupou altos cargos de enorme responsabilidade em grandes obras de engenharia, majoritariamente para o Departamento de Energia Nuclear do governo. Também foi designado para trabalhar por um ano no Douglas Nuclear Project, Canada. Atualmente, se aposentou do cargo de Diretor Executivo da Nuclear Power Corporation do Departamento de Energia Nuclear da Índia, e também foi ex Diretor do Kaiga Atomic Power Project.

Indianos estão prontos para tomar o mundo, diz Toby Grotz, que disse "poder ver esta realidade por toda a parte". Muitos indianos garantiram que o trabalho de Tewari não será suprimido, por ser motivo de orgulho nacional. O trabalho de Tewari é conhecido desde o mais alto escalão do governo até os estudantes. O telefone de Tewari constava na discagem rápida do Primeiro-Ministro enquanto construía a usina de Kaiga. A Nuclear Power Corporation of India cedeu dois técnicos para trabalhar na sua máquina enquanto a usina estava sendo construída. Compraram peças e até mesmo uma pequena oficina portátil que hoje fica ao lado de seu laboratório principal. Cropmton Greaves Ltd. (a GE da India) forneceu fundos, e diretores corporativos da GCL como também da Reliance (petróleo e energia) conhecem seu trabalho. Só na Índia mesmo... Admira muito estar vivo ainda...

segunda-feira, 17 de agosto de 2015

Orbo PowerCube - Carregador USB de Energia Livre

Para quem ainda não conhecia o trabalho da empresa Steorn, o Orbo foi um dos motores magnéticos replicados e com excelentes demonstração no site do J. Naudin. Na minha humilde opinião, faltaram apenas testes de torque. Agora a Steorn se superou e anunciou que vai lançar o Orbo PowerCube, a primeira estação de carregamento USB de energia livre, totalmente feita de semicondutores (solid state) e sem partes móveis. Isso mesmo, um cubinho que você liga seu celular e carrega ele PRA SEMPRE (ou até algum transistor queimar, né, gente, porque nada é eterno, nem mesmo nossos corpos que são auto-regulados). O lançamento desse produto ao consumidor terá um grande impacto no movimento Energia Livre no mundo e também na Física. Se esse trem for mesmo ao mercado, A REVOLUÇÃO É AGORA! Como vão negar a experiência de milhões de usuários? A SEGUNDA LEI DA TERMODINÂMICA SERÁ FALSEADA. Ainda não anunciaram o preço... Mas quanto você pagaria por um pedaço da história?

Seguir por Email

Seguidores